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segunda-feira, 10 de junho de 2024

NÃO TRANSMITA SUAS INTENÇÕES


 


Regras básicas para o "Xeque Mate":

Compre terreno em segredo.

Construa a casa em segredo.

Depois faça a festa de inauguração com publicidade.


Vá a encontros em segredo.

 Proponha em privado.

Então, case-se na frente de uma multidão.


Deixe que vejam apenas a sua realidade, nunca a sua visão, ou terá frustração.

 
Não há conversa em um jogo de xadrez.


APENAS AJA.


A única vez que você fala em um jogo de xadrez é para dizer: "Xeque Mate".
 

A vida é como um xadrez.

NÃO TRANSMITA SUAS INTENÇÕES.

Faça tudo silenciosamente. Continue alcançando. Suas conquistas são seu xeque-mate.

terça-feira, 4 de junho de 2024

Amadurecemos com os danos, não com os anos.

Ao falar dos tombos que sofremos na mais tenra idade, é quase que impossivel não tentar comparar o grau da aflição que um ou outro tropeço pôde nos proporcionar.

Mesmo que inofensivo, o primeiro acidente que nos corre à memória é aquele que, de certa forma, deixou sua marca.

Seja um joelho ralado, uma fenda na testa ou um braço quebrado: ter o primeiro contato consciente com a dor é um terror inolvidável.

Pois, se num momento estamos protegidos nos braços amorosos de nossos pais e sentimos que nada pode nos atingir, minutos depois há uma mistura grossa de sangue e terra que escoa de um corte que não parece assim tão exagerado para quem vê de fora — mas só para quem vê de fora.

Porém não é isso o que torna esse primeiro contato com a dor algo tão apavorante. É a descoberta do quão solitários estamos ao enfrentar uma agonia individual, mesmo sob os cuidados de um adulto.

Por fim, o que se procede após o choque pode variar entre o ardor da higienização ante ao curativo, ou a palmada de advertência. Depois que a compreensão é digerida e descobrimos como as feridas são feitas, ficamos cuidadosos. Um escorregão é erguido com gargalhadas e nos tornamos mais duros que o chão.

Isso, até descobrirmos a queda livre que nos guarda os problemas do mundo...

“A consciência, e não a idade, leva à sabedoria.”

[Publílio Siro]

Amadurecemos com os danos, não com os anos.

Via Per Onore


 

sábado, 18 de maio de 2024

Se estraguei, aprendi a resolver


 

Sobre os meus ombros, as minhas responsabilidades. A culpa é toda minha. Não me renderei ao jogo de vítima, não repassarei as minhas chagas.

 Estou onde estou agora, por causa do que fiz até agora. Essa é a crua verdade, a violenta realidade.

Depois de aceitar isso, você também encontrará coragem para dizer: “Se estraguei, aprendi a resolver”. E isso é o que conta. É o que significa ser digno — de suas dores e de suas curas.

 Saber que as consequências pertencem a você, e somente a você, traz consigo a clareza de que prevalecer sobre os próprios demônios, ainda está em seu poder.

 “A verdadeira força de um homem é demonstrada pela sua disposição em carregar o peso das consequências de suas ações e decisões, sem hesitação ou desculpas”

Via Per Onore

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