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quarta-feira, 10 de março de 2021

Talvez você reencontre a satisfação

 

Tem tentado fugir das suas obrigações,

mas nem mesmo sua fuga te acolhe mais.

 

Tem falhado até nisso.

 

Toda embriaguez tem sido insuficiente

para afastar a realidade que interrompe

sua fala com lembranças de pendências

que você deixou em casa.

 

Você está onde queria estar, mas não como gostaria. E mais uma vez sua comemoração entra em negação com o que você merecia.

 

esponda a dúvida da sua consciência se ainda tiver coragem: essa taça levantada é dedicada ao seu declínio?

 Toda essa comemoração tem como objetivo celebrar o que exatamente?

 

O aluguel atrasado?

A dívida no banco?

O baixo desempenho no trabalho?

Os clientes perdidos?

Seus projetos engavetados?


Não quero estragar o clima, mas nada disso estaria te afetando se tudo estivesse em dia.

 

A celebração é uma recompensa por aquilo que você fez e não uma evasão que te distrai do incômodo daquilo que deveria

ter sido feito.

 

Quando entender isso, colocar tudo no lugar e principalmente parar de achar que essas noites passadas no crédito não vão ser cobradas depois, talvez você reencontre a satisfação e o sentido nas coisas que até então você não sabia dizer como havia se perdido.

 

https://www.instagram.com/peronore/

 

 

quarta-feira, 3 de março de 2021

Todo engano será culpa sua.

 


Sempre tive uma concepção dividida sobre essa frase. Até porque a percepção primária sobre um indivíduo pode ser determinada pela anteface que este escolheu para se apresentar.


Mas ao reler recentemente a obra “Meditações” de Marco Aurélio, pude fixar minha atenção em um trecho que acabou ficando no fundo do meu esquecimento, e que agora presente, trago à superfície para que juntos possamos analisá-lo.


“Do mesmo modo que se concebe a ideia do que são carnes e alimentos deste tipo dizendo, por exemplo, este é o cadáver de um peixe, aquele é o cadáver de uma ave, ou de um porco; e, por outro lado, referindo-se ao Falerno (vinho famoso da região de Falerno) como o mísero suco de um bago de uva; que a toga pretexta (vestimenta exclusiva da classe social superior de Roma) é pelo de ovelha umedecido com sangue de um molusco; e referindo-se à relação sexual como a fricção de uma pequena víscera, e à ejaculação a excreção de um bocado de muco acompanhado de certo espasmo, deves conceber o que se segue: conforme o exemplo dessas ideias, que atingem as coisas que lhes são pertinentes, penetram-nas e fazem ver aquilo que são, deves agir no desenrolar da totalidade de tua vida; e sempre que as coisas se mostrarem a ti demasiado merecedoras de confiança, põe essas coisas a nu, conscientiza a ti do escasso valor que têm e despoja-as da história que as envolve e que as torna dignas de tanto respeito. Com efeito, essa fumaça de respeitabilidade é terrivelmente enganadora; e é quando julgas estar dedicando o máximo de atenção às coisas sérias que se aproxima para te enfeitiçar ao máximo.”



Nossa percepção é a todo instante refém dos fingimentos. E o que alavanca a dissimulação é o interesse de pastorear essas impressões para o extremo mais conveniente.


É por isso que as pessoas que conhecemos deixam de ser as mesmas do primeiro instante. Ninguém sustenta uma máscara por muito tempo, mas indubitavelmente, toda máscara é mantida por mais tempo do que deveria graças a nossa expectativa.

A expectação é a própria dissimulação em nós. Projetamos nas coisas o que desejamos que elas sejam, e muitas vezes até livre do fingimento alheio, somos vítimas da ilusão que secretamente tecemos.

Portanto, tudo pode ser maior ou menor, pior ou melhor do que nossa visão determinante julga ser. Isto é, as relações, vícios, impressões e virtudes, não devem ser consideradas honestas, insuperáveis, cordiais e indestrutíveis até que as desmontemos em sua forma de origem, longe do que nos é conveniente.

Você pode estar enfrentando algo menor e se relacionando com algo muito maior do que imagina — mas o contrário também é uma hipótese, e se você não se propor a descobrir, todo engano será culpa sua.

 https://www.instagram.com/peronore/

segunda-feira, 1 de março de 2021

LEI 9 VENÇA POR SUAS ATITUDES, NÃO DISCUTA

 

 

Qualquer triunfo momentâneo que você tenha alcançado discutindo é na verdade uma vitória de Pirro: o ressentimento e a má vontade que você desperta são mais fortes e permanentes do que qualquer mudança momentânea de opinião. É muito mais eficaz fazer os outros concordarem com você por suas atitudes, sem dizer uma palavra. Demonstre, não explique.

 

sábado, 6 de fevereiro de 2021

Diga Não !

 

 
É sempre o último item do estoque.
A oportunidade única de negócio.
A proposta que nunca volta.

Isso, até que você volte outro dia.

O pressionamento com o garfo da escassez é uma técnica comum em lojas de departamento.

Objetivando tentar o cliente a efetuar uma compra, vendedores envolvem o produto numa aura de urgência ao limitar seu acesso com recursos sedutores de tempo e oferta.

• Tempo: “Esse produto vai ficar disponível até amanhã. Depois ele sai de linha”.

• Oferta: “Falei com meu gerente e ele conseguiu um bom desconto pra você”.

Claro que são profissionais comissionados. Fazem isso o tempo todo. Dependem disso.

Mas este não é o grande núcleo da mensagem. Até porque a consequência máxima de ser impulsionado a adquirir um tênis ou um eletrodoméstico ruim, não vai muito além da má qualidade do produto.

O cerne da questão circunda entre aquilo que não se dispõe de manutenção e não pode ser devolvido. Seu tempo, sua honra ou sua reputação — tudo isso é colocado no fogo quando você diz “sim” para contratos e acordos em que a sua resposta deveria
ser “não”.

Atente-se à natureza da conduta citada lá no início. Para todo e qualquer tipo de negociação, você precisa ter OPÇÕES.

Quanto mais promessas e benefícios ligados a prazos começarem a te empurrar pra parede, mais você deve olhar ao redor.

Se todas as opções estão sendo suspensas de modo que se afunilem apenas em alternativas de afirmação, mais a sua resposta deve ser contrária.

Na dúvida do que está acontecendo,
peça um tempo para pensar. E caso a condição seja recusada, espelhe a
resposta e recuse também
sua participação.
 
Saiba mais em
 

sábado, 16 de janeiro de 2021

O Mundo de Beakman explica como fazer Vacinas.

 
 
O excêntrico cientista Beakman, por meio de experimentos químicos bizarros e divertidos, ilustra conceitos básicos da ciência e da natureza
 
 Vacinação contra a Covid-19 no Brasil: veja perguntas e respostas

OXFORD

CORONAVAC

Astrazeneca

Sputnik v

1 - Quando começa a vacinação no Brasil?

Ainda não se sabe. Prefeitos que participaram de um encontro com o ministro da Saúde disseram que Eduardo Pazuello anunciou que o início da vacinação começará na próxima quarta-feira (20) em todo o país. Procurado pelo G1, o Ministério da Saúde não confirmou a data.

O início da vacinação depende das doses das vacinas e da aprovação da Anvisa para uso emergencial da CoronaVac e vacina de Oxford. Em dezembro, o Ministério da Saúde já tinha previsto a vacinação entre 20 de janeiro e 10 de fevereiro.

2 - Preciso levar algum documento ou me cadastrar em algum site?

Não. Todas as pessoas serão vacinadas, mesmo que não apresentem algum documento. Basta comprovar que pertence ao grupo prioritário correspondente à fase da vacinação. No entanto, para fazer o controle, o Ministério da Saúde diz que é importante informar o número do CPF ou apresentar o Cartão Nacional de Saúde (CNS) – o Cartão do SUS.

Caso a pessoa não esteja cadastrada nas bases de dados do Ministério da Saúde, o profissional no posto de saúde poderá registrá-lo no momento do atendimento.

3 - É verdade que o Ministério da Saúde está fazendo um agendamento para receber a vacina?

Não. Em nota, o Ministério da Saúde disse que não realiza agendamento para aplicação de nenhum tipo de vacina, e nem envia códigos para celular dos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS).

4 - Quais vacinas serão aplicadas no Brasil?

Por enquanto, duas vacinas estão sendo analisadas para uso emergencial pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa): a CoronaVac, desenvolvida pelo laboratório Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, e a vacina de Oxford, desenvolvida pela AstraZeneca e Universidade de Oxford, em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

5 - Quais serão os grupos prioritários?

Segundo o plano nacional de imunização do governo, as prioridades da campanha de vacinação são:

trabalhadores da área de Saúde;
idosos (acima de 60 anos);
indígenas;
pessoas com comorbidades;
professores (do nível básico ao superior);
profissionais de forças de segurança e salvamento;
funcionários do sistema prisional;
comunidades tradicionais ribeirinhas;
quilombolas;
trabalhadores do transporte coletivo;
pessoas em situação de rua;
população privada de liberdade.

6 - Quais serão as fases de vacinação?

De acordo com o plano de imunização, as três primeiras fases incluem os seguintes grupos:

    Primeira fase: trabalhadores de saúde; pessoas de 75 anos ou mais; pessoas de 60 anos ou mais institucionalizadas; população indígena aldeado em terras demarcadas aldeada; povos e comunidades tradicionais ribeirinhas.

    Segunda fase: Pessoas de 60 a 74 anos.

    Terceira fase: pessoas com comorbidades.

Ainda não está definido em qual fase serão inseridos os demais grupos prioritários. Segundo o governo, a decisão depende de aprovação das vacinas e disponibilidade.

7 - Por que a vacinação é importante?

Quanto mais gente se vacinar logo no início, mais fácil será tratar eventuais pessoas que ainda não receberam suas doses e precisarão, portanto, de atendimento médico.

As vacinas não garantem que o paciente não terá Covid-19 novamente, apenas diminuem a chance de infecção e também a gravidade da doença em relação às pessoas que não receberam. Por isso, mesmo os vacinados ainda poderão transmitir o coronavírus. O uso da máscara ainda será fundamental, assim como o isolamento.

Nenhuma vacina é 100% eficaz. Você só consegue maior proteção quando a maior parte da população se vacina, porque quando tem muita gente vacinando, o vírus diminui a circulação e, então, acaba protegendo também quem não está vacinado. Por isso que não é 'toma quem quer'", disse Denise Garret, epidemiologista e vice-presidente do Instituto Sabin de Vacinas.

8 - A vacina será gratuita?

Sim. A vacina será disponibilizada pelo Sistema Único de Saúde, sem custos.

9 - Eu devo tomar a vacina mesmo que a eficácia dela não seja de 100%? Não é melhor esperar outras?

Sim, você deve tomar a vacina mesmo que a eficácia dela não seja de 100%. Veja o que disseram os especialistas consultados pelo G1:

"Primeiro: vem de graça pelo SUS – por que esperar se pode não esperar? Nada impede. O sistema imunológico vai ser ativado por qualquer vacina", lembra Rodrigo Guerra, da UFSM.

"Em geral, é preferível a vacina que está disponível. É melhor vacinar com uma menos eficaz do que esperar mais tempo por uma mais eficaz. Mas é uma situação bem complexa", pondera Lucia Pellanda, da UFCSPA.



"Nenhuma vacina tem eficácia de 100%. Tem eficácia de 90%, nenhuma é 100%. Tem que tomar a vacina que ofereça alguma proteção e que esteja disponível – não adianta sonhar com a vacina de 95% e ela não chegar. O risco a que eu vou ficar exposto em todo esse período é maior do que de já tomar a vacina com eficácia menor, mas com a qual eu garanto uma proteção. Para as formas um pouco mais graves, até foi uma proteção maior. Quem sabe ela proteja mais ainda para formas graves", pontua Alexandre Zavascki, da UFRGS.

"As duas vacinas que estarão provavelmente disponíveis na semana que vem no Brasil [a CoronaVac e a de Oxford] são seguras e este é um fator essencial. Sendo segura, quanto mais pessoas tomarem a vacina, mas diminuímos o risco individual e coletivo e mais rápido chegaremos na imunidade coletiva", explica Otavio Ranzani, médico intensivista e epidemiologista da USP.

10 - Quanto tempo após tomar a vacina eu estarei imunizado contra a Covid-19?

Mesmo após as duas doses da vacina, nosso organismo não gera uma resposta imune imediata, explica o infectologista Jose Geraldo Leite Ribeiro, vice-presidente regional da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm).

“A proteção se dá um tempo após a aplicação da segunda dose, e esse tempo varia de acordo com cada vacina. Na maioria delas, a imunidade acontece a partir de dez ou vinte dias após a segunda dose”, afirma.

11 - A vacinação contra a Covid-19 acabará com o coronavírus?

Ainda não se sabe. Em maio, a OMS afirmou que não há como prever quando se o coronavírus irá desaparecer um dia, mesmo com uma vacina (veja mais no vídeo abaixo).

Porém, ainda que a vacina não seja capaz de fazer o vírus desaparecer, ela será capaz de interromper as cadeias de transmissão e conter a disseminação entre as populações.

A previsão dos cientistas e da própria OMS é que o coronavírus se torne endêmico: à exemplo do que ocorre com o Influenza, que infecta novas pessoas todos os anos, o vírus continuará em circulação infectando aqueles que estiverem suscetíveis à Covid-19.

12 - Posso ser infectado pelo coronavírus ao tomar a vacina?

Não, pois nenhuma vacina em testes contém o vírus vivo. “A vacina contra a Covid-19 é uma ‘vacina morta’, ou seja, são inativadas, não contém o vírus vivo. Portanto, é impossível você ser infectado ao se vacinar”, explica Ribeiro.

13 - A vacinação será obrigatória?

Na prática, as vacinas no Brasil já são 'obrigatórias'. Em diversos estados e cidades brasileiras, quem quiser matricular filhos em colégios públicos, por exemplo, precisa mostrar cadernetas de vacinação em dia. A necessidade de apresentação de caderneta também é obrigatória para quem quer disputar cargos públicos no Brasil e imunização em dia é ‘condição necessária’ para quem se inscreve no Bolsa Família. Outro exemplo de “obrigatoriedade” é a vacina de febre amarela. Segundo a OMS, 127 países exigem a vacinação contra a doença.

Em dezembro, o Supremo Tribunal Federal (STF) autorizou a aplicação de medidas restritivas para quem se recusar a se vacinar contra a Covid-19. Eles entenderam que essas medidas são necessárias porque a saúde coletiva não pode ser prejudicada por decisão individual.

14 - Quando teremos imunidade de rebanho com a vacinação?

Ainda é difícil de definir o prazo para atingir a imunidade de rebanho das vacinas contra a Covid-19. Um dos motivos é a falta de definição de qual será a quantidade de doses por mês no Brasil, além de uma certa incerteza dos cientistas com relação à porcentagem da população que é necessária para barrar a transmissão.

A imunidade de rebanho acontece quando muitas pessoas adquirem anticorpos ou uma resposta imunológica a uma determinada doença infecciosa. O agente patogênico passa a encontrar menos pessoas sem imunidade e encontra dificuldade em se propagar, ou seja a cadeia de transmissão da enfermidade é interrompida.

15 - Não sou grupo de risco, não sei quando serei vacinado pelo SUS. Poderei comprar a vacina em uma clínica particular?

Ainda não há uma previsão de quando as clínicas particulares conseguirão comprar lotes das vacinas contra a Covid-19 que forem aprovadas no Brasil.

A orientação dos órgão de saúde nacionais e internacionais é que todas as doses produzidas pelos laboratórios neste primeiro momento sejam direcionadas aos governos, com a finalidade de garantir que as pessoas dos grupos de risco sejam imunizadas o mais breve possível.


Assim, a resposta para esta pergunta dependerá, entre outros fatores, da capacidade de produção e entrega pelas farmacêuticas para atender tanto os governos como as clínicas particulares.

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