Translate
sábado, 23 de janeiro de 2021
Homenagem em Anime ao Ayrton Senna
quarta-feira, 20 de janeiro de 2021
terça-feira, 19 de janeiro de 2021
Mulheres da Sicília
Na Sicília, diferente de outras províncias da Itália, desde os séculos passados, as mulheres são criadas sob as mesmas condições familiares que os homens.
Isto é, una ragazza, no âmago de sua "famiglia", possui os mesmos deveres e direitos que seus irmãos. Inclusive, toda proteção paterna e fraterna é voltada para elas.
Era muito comum que tanto os rapazes quantos as moças trabalhassem em plantações de uva, oliva e figos na zona rural ou em indústrias, nas zonas urbanas. Ambos para ajudarem em casa.
Neste sentido, as viúvas sicilianas são as que mais conseguem conviver com a falta de seus maridos, pois nunca foram criadas para dependerem exclusivamente deles. São doutrinadas, desde cedo, a aprenderem a produzir, administrar e vender, bem como são influenciadas a estudarem e priorizarem suas carreiras.
Os casamentos são encarados como uma sociedade e não como uma relação de servidão.
Há um brocardo italiano que diz que as mulheres sicilianas são mais perigosas que uma arma. Tal provérbio se dá justamente pelas mulheres sicilianas serem mais convictas de suas vontades e liberdades que as outras mulheres italianas, personalidade que assustava os homens do norte – um homem que pensa assim è un buccaiòlo.
Além disto, era muito comum na Sicília, não apenas no submundo, que um pai matasse o genro - ou ordenasse uma surra a ele – caso ocorresse algum episódio de maus tratos físicos em face da filha. Como dizem aqui: "ai daquele que tocar no fio de cabelo de uma siciliana cujo pai ainda é vivo".
De forma geral, a casa da chamada ''prima famiglia'' estava sempre aberta para a filha que, após casar, tivesse problemas com um marido alcoólatra, agressivo ou que a subjugasse com mãos de ferro cerceando sua liberdade.
Diante de uma rígida proteção familiar, que não cessava sequer após o casamento, as mulheres eram - e ainda são nas regiões mais tradicionais da Sicília - amparadas por leis ortodoxas da "malavita", que são mais eficientes que qualquer proteção estatal.
Por este motivo, os homens fracos do Norte Italiano dizem que as mulheres da Sicília são perigosas.
Nonno mio, ad esempio, era um tradicional siciliano da Catânia, que inclusive viveu a segunda grande guerra , mesmo tendo seus conceitos extremamente ríspidos e conservadores, jamais o vi alterar a voz para com Nonna mia, nunca o vi sob efeito exagerado do álcool, de forma alguma o vi cercear a liberdade de sua esposa.
Ao contrário, ele admirava muito ter uma companheira de fibra e que, assim como ele, gerenciava as plantações de uva e a produção do vinhedo com maestria.
Assim Nonna mia, diante de inúmeros lavradores homens da propriedade, andava ao meio deles a fiscalizar e administrar cada nuance. Ela impunha e exigia respeito de cada um. resolvia problemas e desavenças entre os lavradores e moedores do vinhedo. Era tipicamente una donna siciliana!
segunda-feira, 18 de janeiro de 2021
LEI 3 OCULTE AS SUAS INTENÇÕES- Áudio Livro 48 leis do Poder
Mantenha as pessoas na dúvida e no escuro, jamais revelando o propósito de seus atos. Não sabendo o que você pretende, não podem preparar uma defesa. Leve-as pelo caminho errado até bem longe, envolva-as em bastante fumaça e, quando elas perceberem as suas intenções, será tarde demais.
Clique aqui para baixar o áudio em MP3
Clique aqui para baixar o livro em PDFsábado, 16 de janeiro de 2021
O Mundo de Beakman explica como fazer Vacinas.
OXFORD
CORONAVAC
Astrazeneca
Sputnik v
1 - Quando começa a vacinação no Brasil?
Ainda não se sabe. Prefeitos que participaram de um encontro com o ministro da Saúde disseram que Eduardo Pazuello anunciou que o início da vacinação começará na próxima quarta-feira (20) em todo o país. Procurado pelo G1, o Ministério da Saúde não confirmou a data.
O início da vacinação depende das doses das vacinas e da aprovação da Anvisa para uso emergencial da CoronaVac e vacina de Oxford. Em dezembro, o Ministério da Saúde já tinha previsto a vacinação entre 20 de janeiro e 10 de fevereiro.
2 - Preciso levar algum documento ou me cadastrar em algum site?
Não. Todas as pessoas serão vacinadas, mesmo que não apresentem algum documento. Basta comprovar que pertence ao grupo prioritário correspondente à fase da vacinação. No entanto, para fazer o controle, o Ministério da Saúde diz que é importante informar o número do CPF ou apresentar o Cartão Nacional de Saúde (CNS) – o Cartão do SUS.
Caso a pessoa não esteja cadastrada nas bases de dados do Ministério da Saúde, o profissional no posto de saúde poderá registrá-lo no momento do atendimento.
3 - É verdade que o Ministério da Saúde está fazendo um agendamento para receber a vacina?
Não. Em nota, o Ministério da Saúde disse que não realiza agendamento para aplicação de nenhum tipo de vacina, e nem envia códigos para celular dos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS).
4 - Quais vacinas serão aplicadas no Brasil?
Por enquanto, duas vacinas estão sendo analisadas para uso emergencial pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa): a CoronaVac, desenvolvida pelo laboratório Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, e a vacina de Oxford, desenvolvida pela AstraZeneca e Universidade de Oxford, em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).
5 - Quais serão os grupos prioritários?
Segundo o plano nacional de imunização do governo, as prioridades da campanha de vacinação são:
trabalhadores da área de Saúde;
idosos (acima de 60 anos);
indígenas;
pessoas com comorbidades;
professores (do nível básico ao superior);
profissionais de forças de segurança e salvamento;
funcionários do sistema prisional;
comunidades tradicionais ribeirinhas;
quilombolas;
trabalhadores do transporte coletivo;
pessoas em situação de rua;
população privada de liberdade.
6 - Quais serão as fases de vacinação?
De acordo com o plano de imunização, as três primeiras fases incluem os seguintes grupos:
Primeira fase: trabalhadores de saúde; pessoas de 75 anos ou mais; pessoas de 60 anos ou mais institucionalizadas; população indígena aldeado em terras demarcadas aldeada; povos e comunidades tradicionais ribeirinhas.
Segunda fase: Pessoas de 60 a 74 anos.
Terceira fase: pessoas com comorbidades.
Ainda não está definido em qual fase serão inseridos os demais grupos prioritários. Segundo o governo, a decisão depende de aprovação das vacinas e disponibilidade.
7 - Por que a vacinação é importante?
Quanto mais gente se vacinar logo no início, mais fácil será tratar eventuais pessoas que ainda não receberam suas doses e precisarão, portanto, de atendimento médico.
As vacinas não garantem que o paciente não terá Covid-19 novamente, apenas diminuem a chance de infecção e também a gravidade da doença em relação às pessoas que não receberam. Por isso, mesmo os vacinados ainda poderão transmitir o coronavírus. O uso da máscara ainda será fundamental, assim como o isolamento.
Nenhuma vacina é 100% eficaz. Você só consegue maior proteção quando a maior parte da população se vacina, porque quando tem muita gente vacinando, o vírus diminui a circulação e, então, acaba protegendo também quem não está vacinado. Por isso que não é 'toma quem quer'", disse Denise Garret, epidemiologista e vice-presidente do Instituto Sabin de Vacinas.
8 - A vacina será gratuita?
Sim. A vacina será disponibilizada pelo Sistema Único de Saúde, sem custos.
9 - Eu devo tomar a vacina mesmo que a eficácia dela não seja de 100%? Não é melhor esperar outras?
Sim, você deve tomar a vacina mesmo que a eficácia dela não seja de 100%. Veja o que disseram os especialistas consultados pelo G1:
"Primeiro: vem de graça pelo SUS – por que esperar se pode não esperar? Nada impede. O sistema imunológico vai ser ativado por qualquer vacina", lembra Rodrigo Guerra, da UFSM.
"Em geral, é preferível a vacina que está disponível. É melhor vacinar com uma menos eficaz do que esperar mais tempo por uma mais eficaz. Mas é uma situação bem complexa", pondera Lucia Pellanda, da UFCSPA.
"Nenhuma vacina tem eficácia de 100%. Tem eficácia de 90%, nenhuma é 100%. Tem que tomar a vacina que ofereça alguma proteção e que esteja disponível – não adianta sonhar com a vacina de 95% e ela não chegar. O risco a que eu vou ficar exposto em todo esse período é maior do que de já tomar a vacina com eficácia menor, mas com a qual eu garanto uma proteção. Para as formas um pouco mais graves, até foi uma proteção maior. Quem sabe ela proteja mais ainda para formas graves", pontua Alexandre Zavascki, da UFRGS.
"As duas vacinas que estarão provavelmente disponíveis na semana que vem no Brasil [a CoronaVac e a de Oxford] são seguras e este é um fator essencial. Sendo segura, quanto mais pessoas tomarem a vacina, mas diminuímos o risco individual e coletivo e mais rápido chegaremos na imunidade coletiva", explica Otavio Ranzani, médico intensivista e epidemiologista da USP.
10 - Quanto tempo após tomar a vacina eu estarei imunizado contra a Covid-19?
Mesmo após as duas doses da vacina, nosso organismo não gera uma resposta imune imediata, explica o infectologista Jose Geraldo Leite Ribeiro, vice-presidente regional da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm).
“A proteção se dá um tempo após a aplicação da segunda dose, e esse tempo varia de acordo com cada vacina. Na maioria delas, a imunidade acontece a partir de dez ou vinte dias após a segunda dose”, afirma.
11 - A vacinação contra a Covid-19 acabará com o coronavírus?
Ainda não se sabe. Em maio, a OMS afirmou que não há como prever quando se o coronavírus irá desaparecer um dia, mesmo com uma vacina (veja mais no vídeo abaixo).
Porém, ainda que a vacina não seja capaz de fazer o vírus desaparecer, ela será capaz de interromper as cadeias de transmissão e conter a disseminação entre as populações.
A previsão dos cientistas e da própria OMS é que o coronavírus se torne endêmico: à exemplo do que ocorre com o Influenza, que infecta novas pessoas todos os anos, o vírus continuará em circulação infectando aqueles que estiverem suscetíveis à Covid-19.
12 - Posso ser infectado pelo coronavírus ao tomar a vacina?
Não, pois nenhuma vacina em testes contém o vírus vivo. “A vacina contra a Covid-19 é uma ‘vacina morta’, ou seja, são inativadas, não contém o vírus vivo. Portanto, é impossível você ser infectado ao se vacinar”, explica Ribeiro.
13 - A vacinação será obrigatória?
Na prática, as vacinas no Brasil já são 'obrigatórias'. Em diversos estados e cidades brasileiras, quem quiser matricular filhos em colégios públicos, por exemplo, precisa mostrar cadernetas de vacinação em dia. A necessidade de apresentação de caderneta também é obrigatória para quem quer disputar cargos públicos no Brasil e imunização em dia é ‘condição necessária’ para quem se inscreve no Bolsa Família. Outro exemplo de “obrigatoriedade” é a vacina de febre amarela. Segundo a OMS, 127 países exigem a vacinação contra a doença.
Em dezembro, o Supremo Tribunal Federal (STF) autorizou a aplicação de medidas restritivas para quem se recusar a se vacinar contra a Covid-19. Eles entenderam que essas medidas são necessárias porque a saúde coletiva não pode ser prejudicada por decisão individual.
14 - Quando teremos imunidade de rebanho com a vacinação?
Ainda é difícil de definir o prazo para atingir a imunidade de rebanho das vacinas contra a Covid-19. Um dos motivos é a falta de definição de qual será a quantidade de doses por mês no Brasil, além de uma certa incerteza dos cientistas com relação à porcentagem da população que é necessária para barrar a transmissão.
A imunidade de rebanho acontece quando muitas pessoas adquirem anticorpos ou uma resposta imunológica a uma determinada doença infecciosa. O agente patogênico passa a encontrar menos pessoas sem imunidade e encontra dificuldade em se propagar, ou seja a cadeia de transmissão da enfermidade é interrompida.
15 - Não sou grupo de risco, não sei quando serei vacinado pelo SUS. Poderei comprar a vacina em uma clínica particular?
Ainda não há uma previsão de quando as clínicas particulares conseguirão comprar lotes das vacinas contra a Covid-19 que forem aprovadas no Brasil.
A orientação dos órgão de saúde nacionais e internacionais é que todas as doses produzidas pelos laboratórios neste primeiro momento sejam direcionadas aos governos, com a finalidade de garantir que as pessoas dos grupos de risco sejam imunizadas o mais breve possível.
Assim, a resposta para esta pergunta dependerá, entre outros fatores, da capacidade de produção e entrega pelas farmacêuticas para atender tanto os governos como as clínicas particulares.
segunda-feira, 11 de janeiro de 2021
LEI 2 NÃO CONFIE DEMAIS NOS AMIGOS, APRENDA A USAR OS INIMIGOS
Cautela com os amigos, eles o trairão mais rapidamente, pois são com mais facilidade levados à inveja. Eles também se tornam mimados e tirânicos.
Mas contrate um ex-inimigo e ele lhe será mais fiel do que um amigo, porque tem mais a provar.
De fato, você tem mais o que temer por parte dos amigos do que dos inimigos. Se você não tem inimigos, descubra um jeito de tê-los.
Clique aqui para baixar o áudio em MP3
Clique aqui para baixar o livro em PDFdomingo, 10 de janeiro de 2021
O PRÍNCIPE - DOCUMENTÁRIO - Nicolau Maquiavel - Legendado
Nicolau Maquiavel (em italiano: Niccolò di Bernardo dei Machiavelli; Florença, 3 de maio de 1469 — Florença, 21 de junho de 1527) foi um filósofo, historiador, poeta, diplomata e músico de origem florentina do Renascimento.[1] É reconhecido como fundador do pensamento e da ciência política moderna,[1] pelo fato de ter escrito sobre o Estado e o governo como realmente são, e não como deveriam ser.
Desde as primeiras críticas, feitas postumamente pelo cardeal inglês Reginald Pole,[2] cunhou-se um entendimento equivocado da obra completa de Maquiavel. Com o choque de realidade causado pelas suas ideias sobre a dinâmica do poder, seus textos geraram uma ameaça aos valores cristãos vigentes, principalmente devido às análises do poder político da igreja católica contidas em "O Príncipe". Já na literatura e teatro ingleses do século 17, foi associado diretamente ao Diabo por meio das referências caricaturais e do apelido "Old Nick". Surgiu, aí, na visão do pensamento enganoso e da trapaça, o adjetivo maquiavélico nas línguas ocidentais.
Maquiavel viveu a juventude sob o esplendor político da República Florentina durante o governo de Lourenço de Médici. Entrou para a política aos 29 anos de idade no cargo de Secretário da Segunda Chancelaria. Nesse cargo, Maquiavel observou o comportamento de grandes nomes da época e a partir dessa experiência retirou alguns postulados para sua obra. Depois de servir em Florença durante catorze anos foi afastado e escreveu suas principais obras. Conseguiu também algumas missões de pequena importância, mas jamais voltou ao seu antigo posto como desejava.
Como renascentista, Maquiavel utilizou-se de autores e conceitos da Antiguidade Clássica de maneira nova. Um dos principais autores foi Tito Lívio, além de outros lidos através de traduções latinas, e entre os conceitos apropriados por ele encontram-se o de virtù e o de fortuna.
-
1. Quando o sucesso acontece, as pessoas de quem você mais deve ter cuidado são aquelas próximas do seu próprio círculo: os amigos e con...
-
Quando você começa algo novo, é apenas mais um entre muitos. Inúmeras pessoas decidiram tomar a mesma iniciativa, no mesmo dia. Mas, log...
