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sábado, 28 de janeiro de 2012
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
Gravatas
A maneira como reaprendi a dar nó de gravata é algo parecido como um filme, e pode arrancar alguns sorrisos, mas não é esse o nosso ponto.
Eu usava (e ainda tenho) gravatas de nó pronto e além de estar insatisfeito com isso, podem parecer muito práticas, mas você não tem como ajustar a altura delas, elas estragam facilmente.
Sem contar que uma gravata de nó feito é muito mais elegante, só não se esqueça de desfazer o nó na hora de guardar a gravata
Aprende e reaprendi o Four-in-hand que pode ser considerado o coringa dos nós de gravata, relativamente fácil de fazer, embora seja uma sequência de vários passos. A sugestão é praticar na frente do espelho várias vezes, desfazendo o nó a cada vez, até estar seguro de que sabe fazê-lo.
Mas um na eminencia de um grande evento outro nó de gravata se fez necessário, um que sempre achei bonito e me coloquei a aprender o nó na frente do espelho.
O Semi-Windsor é um nó de gravata mais cheio, adequado aos colarinhos mais abertos e exigindo uma gravata de tecido mais leve. Pode ser usado diariamente, e não é tão fácil de fazer quanto o Four-in-hand.
Seja o modelo americano (Four-in-hand) ou o Inglês (Semi-Windsor) A gravata vem por último. Coloque-a só depois de já ter vestido e ajustado todas as demais peças, incluindo as que são essenciais para a própria colocação da gravata (camisa, calça e cinto).
Para mais detalhes esse bom site pode te ajudar
domingo, 15 de janeiro de 2012
Semear
Foleado a bíblia sem destino aparente me deparei com esse versículo
“Não vos deixeis desencaminhar: De Deus não se mofa. Pois, o que o homem semear, isso também ceifará - Gálatas 6:7”
As palavras de Paulo constituem um forte lembrete, para nós, de que as nossas escolhas têm consequências – e isso inclui a maneira como escolhemos tratar os outros. Quando escolhemos odiar, esse ódio pode retornar a nós na forma de consequências para as quais nunca conseguimos nos preparar totalmente. As nossas palavras e ações nunca voltam vazias.
Na lei de causa e consequência é prudente enfatizar que gentileza gera gentileza e se basear em outro conselho de Paulo.
“Assim, não desistamos de fazer aquilo que é excelente, pois ceifaremos na época devida, se não desfalecermos. 10 Realmente, então, enquanto tivermos tempo favorável para isso, façamos o que é bom para com todos, mas especialmente para com os aparentados [conosco] na fé- Gálatas 6:9,10”
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
Progredir
Há quase 10 anos trabalhando com softwares CAD, passando por desenho mecânico, técnico e arquitetônico.
Muitos profissionais, muitos projetos e muitos sonhos realizados, de porteira de fazenda a prédios, posto de saúde e hospital, cemitérios e inúmeras casas que nunca passaram de 69,99m².
Além das aulas muitas aulas que lecionei de CAD, assinando mais de 200 diplomas nesses anos todos de cursos básico a avançados, regulares e intensivos, curiosos, estudantes, engenheiros, arquitetos todos curiosos com a famosa telinha preta.
No entanto tanto tempo nessa relação de amor e ódio com o AutoCad, passando pelo 3d e junto com o 3D Studio MAX e o Google SketchUp e sempre voltando ao AutoCad.
Toda e qualquer mudança feita na maquete, tem que ir e alterar a planta baixa, uma coisa aparentemente simples, como trocar uma porta de lugar, pode virar horas de trabalho e redernização.
Já tinha utilizado o ADT - AutoCAD Architecture por fim volta e meia, voltava a usar o AutoCad pela facilidade, familiaridade e a dificuldade de encontrar repostas satisfatórias em fóruns até a literatura é complicada ficando a cargo de apenas um livro de um versão bem antiga.
Então ouvi falar do Revit, mas antes vamos entender as coisas um pouco e ver as diferenças entre o ADT e o Revit.
Ambos os softwares são direcionados para projetos de arquitetura, porém o ADT é um software semi-paramétrico e o Revit é um software completamente paramétrico.
Então, o que é parametrização?
Basicamente, em um software paramétrico, ao fazermos um modelo em 3D, ele poderá gerar todas as plantas, cortes, vistas, quantitativos, etc e, se modificarmos QUALQUER coisa, TUDO será atualizado automaticamente.
O ADT é baseado no AutoCAD, ou seja, em um software não paramétrico que é utilizado para desenhar. O Revit é utilizado para projetar.
Por exemplo, uma soleira, teríamos apenas duas linhas indicando a existência da mesma em planta baixa no Autocad ou no ADT.
Já no Revit, é o projeto da soleira, ou seja, a peça tem espessura, está aplicado sobre um nível acabado, possui material de revestimento e gera quantitativo.
No ADT, apesar de criarmos o projeto em 3D e o mesmo gerar cortes e elevações, o mesmo não consegue atualizar as informações automaticamente. Depende sempre do usuário para atualizar os desenhos.
Essas vistas ou cortes são "blocos 2D".
Outras coisas importantes sobre o Revit:
- não usa "layers"
- trabalha com somente 1 arquivo (um projeto = 1 arquivo)
- gera quantitativo
- é completamente compatível com Autocad e ADT tanto na entrada de dados quanto na saída.
- podemos renderizar o projeto 3D e gerar maquetes eletrônicas de ótima qualidade, inclusive fazendo animações gráficas de percurso de câmera.
- redução de quase 70% do tempo de projeto em relação ao Autocad, enquanto o ADT reduz apenas 50%.
Em resumo, o ADT é um ótimo software, porém houve o tempo dele.
Então, o que é parametrização?
Basicamente, em um software paramétrico, ao fazermos um modelo em 3D, ele poderá gerar todas as plantas, cortes, vistas, quantitativos, etc e, se modificarmos QUALQUER coisa, TUDO será atualizado automaticamente.
O ADT é baseado no AutoCAD, ou seja, em um software não paramétrico que é utilizado para desenhar. O Revit é utilizado para projetar.
Por exemplo, uma soleira, teríamos apenas duas linhas indicando a existência da mesma em planta baixa no Autocad ou no ADT.
Já no Revit, é o projeto da soleira, ou seja, a peça tem espessura, está aplicado sobre um nível acabado, possui material de revestimento e gera quantitativo.
No ADT, apesar de criarmos o projeto em 3D e o mesmo gerar cortes e elevações, o mesmo não consegue atualizar as informações automaticamente. Depende sempre do usuário para atualizar os desenhos.
Essas vistas ou cortes são "blocos 2D".
Outras coisas importantes sobre o Revit:
- não usa "layers"
- trabalha com somente 1 arquivo (um projeto = 1 arquivo)
- gera quantitativo
- é completamente compatível com Autocad e ADT tanto na entrada de dados quanto na saída.
- podemos renderizar o projeto 3D e gerar maquetes eletrônicas de ótima qualidade, inclusive fazendo animações gráficas de percurso de câmera.
- redução de quase 70% do tempo de projeto em relação ao Autocad, enquanto o ADT reduz apenas 50%.
Em resumo, o ADT é um ótimo software, porém houve o tempo dele.
Com a entrada do Revit no mercado, temos uma ferramenta mais avançada e mais interativa e menos burocrática, como é o caso do ADT.
Entrei em 2012 decidido a melhorar meus conhecimentos em ADT, mas depois de pesquisar e conversar com muita gente fiquei na dúvida ?
Será que compensa? Dedicar tempo e energia ao um software que deve ser descontinuado em breve?
Claro que não, a reposta parece lógica,automática e simples.
Vou continuar trabalhando com o AutoCad e lecionando o curso, porém, estarei este ano direcionando meus esforços ao BIM e seu belo software o Revit filho querido da Autodesk.
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
Tem gente que nao se toca!
Tem gente demais no mundo que não se toca das coisas, observe para você entender o que escrevo, as pessoas que mais reclamam são as mesmas que repetem os mesmos e contínuos erros, como diria Einstein:
Loucura é fazer as coisas da mesma forma repetidamente e esperar resultados diferentes
Sem contar os que erram com todo mundo o tempo todo e simplesmente não percebem, os sinais estão todos ali, cristalinos, claros como a luz do dia, essas criaturas especiais percebem muito bem os efeitos, mas não tem coragem de perceber a causa.
E me impressiono com as pessoas que reclamam das consequências dos seus próprios atos, como se fossem azar, acaso, sorte ou loucura alheia.
Quando vão aprender que um dos princípios básicos da física – ação e reação – é realidade para comportamento também?
Se tem uma coisa que eu prometo para 2012 e não mais dar luz pra cego, cansei de ver gente culpando o mundo, pelos próprios erros, vivemos o que aprendemos e mesmo que sem querer, escrevemos os traços tortos na nossa própria vida.
Como ultimo ato desesperado de quem vive a filosofia de “morrer atirando” escrevo o: Manual para os que não se tocam em 2 lições
1) Não fique dizendo que os outros é que estão errados e têm que mudar, mude você. Pare de colocar a culpa pelos seus “azares” e contratempos nos outros, no universo, nos astros. Tudo o que acontece com você é basicamente graças a você mesmo.
2) Fique atento aos sinais, às reações, use as pessoas como espelho e tenha coragem de encarar sua imagem. A forma como os outros percebem você – adivinhe… – é exatamente o que você é. Se você acha que é muito diferente do que parece aos outros, eu tenho uma má notícia: você é exatamente o que você faz e o que transparece para o mundo. Não são os outros que não enxergam você direito, você é que não é direito.
Não sei porque fulaninhos se comportam assim comigo.
Ou
Eu sou super legal, não sei porque me tratam assim
Vou sobreviver e cuidar da minha vida.
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